quinta-feira, 28 de agosto de 2014

INTER 0 - 2 BAHIA | FRACASSO EM CASA!

Em partida assistida por pouco mais de 9.000 torcedores, o Internacional, novamente fracassou!!! 
Começo esta crônica indagando a meus leitores... 
É o Beira-Rio que não se mostra mais tão oponente? Os adversários  chegam em nossa casa e fazem a festa! Já são três derrotas consecutivas! Ou seria o time apático e medíocre que vem sendo dentro e fora de casa? A equipe não demonstra interesse em mais nenhuma das competições que disputa. Primeiro a Copa do Brasil foi "preterida" e agora a Sul-americana. O time subiu no salto daquele 1° lugar, que foi somente por uma noite, e vem tendo um apagão de qualidade técnica, organização e garra. O Inter atual não é candidato a absolutamente NADA. Em pouco mais de duas semanas, mudou da água para o vinho.


Abel falava que outra competição atrapalharia sua caminhada no Brasileirão. Na Copa do brasil foi aniquilado pelo Ceará e como prêmio de consolação foi para a Sul-americana. Ali restava uma esperança ao torcedor, de percorrer um caminho mais curto e mais fácil para um título e uma vaga para a Libertadores. Pois bem, o Inter recebeu o Bahia e mais uma vez sucumbiu à sua soberba, levou o segundo o gol a menos de um minuto de jogo no segundo tempo, e se mostrou apático, talvez aquela bola do lance do gol tivesse saído, e na minha opinião saiu, mas isso não iria interferir no resultado final da partida.
O futebol que o Inter demonstrou, não deixaria o placar do lado esquerdo do telão sair do zero. O Bahia de Gilson Kleina, candidato ao rebaixamento no Brasileirão, desclassificou o Inter de Abel Braga, que precisa chacoalhar seu vestiário, dar um banho de ânimo neste time. O Inter precisa urgentemente reencontrar o caminho das vitórias, não há tempo para se perder, o campeonato chega à sua metade e o Inter está a nove pontos do líder Cruzeiro. O treinador tinha um Inter encaixado, com um meio-campo que funcionava como poucos, composto por Willians, Aránguiz, Patrick, Alex e D'Alessandro e vinha exibindo lindas atuações diante de seus adversários, e era assim que deveria ter continuado. Ele mudou o estilo de jogo da equipe, que era ofensiva, para um estilo que iria valorizar a posse de bola na meia cancha, mas não deu certo. É hora de voltar às origens. Talvez trocar algumas peças, mas com características parecidas, com substituições pontuais como por exemplo, se Patrick precisasse sair, no seu lugar ingressaria Valdívia, para Aránguiz a melhor opção seria Bertotto, para o lugar de D'Alessandro, talvez J. Henrique. Seriam mudanças que trariam novo folego e uma nova cara, mas não mudariam o estilo de jogo da equipe.

Minha opinião é ainda amadora, mas acho que pelo menos alguns leitores irão concordar comigo. Saudações Coloradas.

Daniel Ribeiro

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